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Monday, May 11, 2009

segundas...


Bah! 37minutos para percorrer um caminho que faço em 10minutos, com transito!!!ninguém aguenta lisboa com uma chuvinha!!!para além de as segundas destruirem por completo os meus neuronios...ou é o transito, ou são as pessoas, os velhos na passadeira, as mulheres ao volante (sim temos de admitir que ha com cada croma!), ou até a porcaria do rádio que para variar não presta!!! ter de levar com todo este stress e ter de ouvir:" apanhou transito?devia ter saido mais cedo de casa..."jasus!Esta gente não tem coração??? Que caca de segunda feira...graças a Deus esta já terminou e vem já ai a terça!

Bolinhos e queijinhos!!!

Saturday, April 4, 2009

Relacionamentos...


Toda a boa gente vive intensamente ou não tão intensamente, mas vive de relações.
As relações entre amigos, vizinhos, padeiro, leiteiro, namorado, animais, etc...
Os relacionamentos desde sempre influenciam a nossa postura perante a vida e perante os outros.
Quando se perde um relacionamento, toda a gente sofre, toda a gente cresce e toda a gente aprende sempre alguma coisa com isso. "Faz parte!"Adoro esta expressão magnifica de atenuar a dor ao crescimento perante o desenvolvimento da fase adulta...Quantos de nós não alteramos a nossa vida, reduzimos a nossa vontade e entranhamos na nossa pele hábitos que por vezes são tão difíceis de despir...E porquê? Faz parte? Não concordo e acho absurdo, ter sentido também este sentimento recalcado em que só podes ser feliz se acatares os desejos dos outros em prol de um bem-estar a nível relacional...Não posso ser hipócrita e dizer que já não tenho este tipo de sentimentos, que já despi esses hábitos. Hábitos esses que culpo por terem levado à ruína algo que eu estimava, que fazia parte de mim e que eu tanto acreditava...
Dificilmente se supera ou esquece a perda de alguém, este é um lamentável engano onde toda a gente cai. Ficam sempre réstias de pequenas coisas que vão influenciar toda a nossa existência e rematar qualquer tipo de decisão no futuro. Estão lá os hábitos, as reacções previstas que nós criamos na defesa de algo com o qual não conseguimos lidar. E inevitavelmente, perante isto, acabamos por nos culpar de termos deixado de ser nós em momentos simplesmente simples e possíveis do nosso quotidiano. Passamos a culpar tudo e todos, por um dia termos sido diferentes e de não o conseguirmos mostrar com medo de perder essa relação com o objecto relacional. Acabamos por perder o sentido que sempre fomos construindo ao longo da nossa existência e acumulando dor desse silencio tumultuoso no peito. Essa falta de ar acaba sempre de uma forma ou de outra por nos trair e eclodir quando menos esperamos. E depois, depois é difícil explicar porque chegamos a esse ponto, porque nunca falamos, ou porque nunca fomos capazes de admitir que as vidas que vivíamos já não eram a nossas.
Talvez se trate simplesmente de uma forma cobarde de aguentar uma possibilidade de felicidade que apenas vive pela fantasia de sermos felizes. Mas como podemos ser felizes se não formos nós, se não quisermos ter apetite de mostrar a nossa vontade e toda a verdade que somos feitos. Mesmo que doa e magoe, mesmo que continues a errar, mas pelo menos que continues a ser tu…

Tuesday, March 17, 2009

Curioso...



Pimponetas e bastonetes, asseguram as trotinetas e limpam com cotonetes as bordas das retretes!!!


REGRESSEI EM GRANDE PESSOAAAL!!!!!!!!!!!!!